Mario Sarubbo, subprocurador-geral da Justiça, informou nesta quarta-feira(7), em coletiva, que o esquema de estelionato e corrupção na Câmara de Osasco continuou, mesmo após a primeira fase de buscas e apreensões realizadas em agosto, pela Operação Caça-fantasmas.
E isto foi o que motivou o Ministério Público a pedir a prisão dos 14 vereadores envolvidos no caso.
“A investigação começou em agosto de 2015, quando quatro funcionários fantasmas e funcionários de gabinetes, que participaram do esquema, procuraram o MP para delatar o que acontecia. Temos também três testemunhas protegidas”, disse Sarubbo, que é subprocurador-geral de Políticas Criminais e Institucionais do MP e coordenou a operação.
O durou quatro anos e, segundo Sarrubbo, os gabinetes contratavam serviços e funcionários fantasmas. O dinheiro caia nas contas dos funcionários, que muitas vezes não recebiam nada ou, em algumas oportunidades, recebiam parte dos recursos.
“A ação continuava com eles no cargo. O crime continuava a ser praticado. Havia uma organização e eles se falavam na Câmara sobre isso, mas cada vereador tinha seu esquema, é forma de atuação. Alguns pagavam parte para os vereadores fantasmas, outros não”, disse.
Agora, o Ministério Público investiga se os bens, que estariam em nome dos vereadores, foram adquiridos com dinheiro público desviado. Caso seja confirmado, o bem poderá ser penhorado.
Em relação a Rogério Lins, o procurador disse que a diplomação ou não do prefeito eleito de Osasco depende de avaliação do Ministério Público Eleitoral e da Justiça Eleitoral e que ele é considerado foragido.
“O pedido de prisão não tem relação com o aviso dele ao MP, antes de viajar. Os pedidos de prisão são porque os crimes continuavam a ser cometidos e havia risco de perda de provas. Nós aguardamos o cumprimento deste mandado de prisão, que deve ser cumprido quando ele pousar no Brasil, e estamos na expectativa de que seu retorno ao país possa desenrolar o processo”, disse ele.
São considerados foragidos aqueles que não foram encontrados em casa ou no local de trabalho e cuja apresentação é esperada pelo Ministério Público.
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