Morreu na tarde desta terça-feira, 11, o ex-prefeito de Osasco e deputado estadual, Celso Giglio (PSDB), que estava internado desde o mês de maio no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Giglio sofreu um acidente doméstico e foi levado a unidade hospitalar onde permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Celso Giglio nasceu em Campinas no dia 19 de fevereiro de 1941, era um médico e político filiado ao PSDB. Foi casado com Glória Giglio, morta em um acidente de carros em 2013, com quem teve cinco filhos e quatro netos. Formou-se em Medicina, na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, foi residente de cirurgia na Associação de Combate ao Câncer do Brasil Central e especializou-se em Cirurgia Geral e Obstetrícia na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Formou-se em Administração Hospitalar pela USP e especializou-se em Ginecologia e Obstetrícia.
Em 1988, Celso Giglio foi eleito vereador em Osasco. Em 1992, foi eleito prefeito da mesma cidade, com 54,12% dos votos. Quando seu mandato acabou, recebeu o indíce de 92% de aprovação popular, se tornando o prefeito que teve a nota mais alta do Brasil.
Em 2000, voltou à prefeitura de Osasco, com o lema “Cidade Trabalho”. Em 2004 tentou a reeleição, mas perdeu para Emidio de Souza (PT) no segundo turno.
Foi eleito deputado estadual em 2006, tendo sido o deputado com o maior número de votos da cidade de Osasco.
Foi superintendente do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE), no governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Era um líder municipalista. Em 1995 coordenou o movimento “União pelo Município” que teve adesão de 2.700 prefeituras de todo o país, que defendeu os interesses municipais durante o processo de discussão da reforma tributária.
Em 1997 assumiu a presidência da Associação Paulista de Municípios. Em 1998, foi eleito deputado federal (o 5º mais votado de São Paulo e o 1º mais votado da coligação PTB-PSDB, com 190.047 votos), sendo a voz dos municipalistas no Congresso Nacional.
Em 2014, Celso Giglio foi eleito Deputado Estatual sendo um dos deputados mais votados da cidade de Osasco.
Em 20/07/2016, Celso Giglio teve negado o pedido de tutela de urgência para tentar reverter a rejeição de suas contas, referentes à gestão de 2004. A decisão foi tomada pela 2ª Vara da Fazenda Pública do Foro de Osasco. Com a decisão, Celso Giglio ficou inelegível para disputar as eleições municipais de 2016.
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